sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ilha das Flores

Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta encara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.
Fonte.
Porta Curtas



Ficha Técnica
Produção Mônica Schmiedt, Giba Assis Brasil, Nôra Gulart Fotografia Roberto Henkin, Sérgio Amon Roteiro Jorge Furtado Edição Giba Assis Brasil Direção de Arte Fiapo Barth Trilha original Geraldo Flach Narração Paulo José

Bar do Cidão, por Max Eluard

Fotos: Matheus Rocha













Bar do Cidão

Por muito tempo ele foi coordenador do DocTv, há mais tempo ainda é um dos diretores da Associação Cultural Gafieiras. Desde que eu o conheço é marido da (querida) Manoela Ziggiatti e amigo de Ricardo Tacioli, outro diretor do Gafieiras e meu marido. Graças a esse querido casal (Max e Manô) consegui meu primeiro trabalho com produção audiovisual.

Algum tempo depois, já com alguns trabalhos na carteira, tive o prazer de trabalhar com o Max Eluard em sua estréia como diretor no documentário autoral sobre o Bar do Cidão.

Foram oito noites seguidas (pelo menos pra mim) que, da portaria, acompanhei o registro digital da rotina do Bar sob o olhar do Max.

Da equipe eu já conhecia o Rune Tavares, produtor executivo do curta-metragem São Paulo Railway e um dos sócios da produtora Acere, e o Gustavo Fioravante, microfonista. O fotógrafo, Ivo Lopes Araújo, um cearense bom papo e profundamente inquieto, eu não conhecia.

Desse trabalho, seguem alguns registros (roubados do Facebook do Max) para ilustrar mais essa experiência em produção.















O Cidão














Sem autorização não entra!













Ivo Lopes, fotógrafo.














Max Eluard e Ivo Lopes, diretor e fotógrafo.

Menino bom!

Matéria com um dos atores do filme, publicado no Jornal de Jundiaí logo após o término das filmagens.
Esse garoto vai longe...

Jornal de Jundiaí
(leia a matéria na íntegra)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Vício de produção

Só pode ser vício. Andar o dia todo com uma fita crepe acoplada ao braço, só pode ser vício. Também podemos chamar de neurose de produção: "Se acontecer alguma coisa, eu tenho uma fita crepe!".
Fico pensando em tantos outros casos em que a crepe não me ajudaria em nada. Mas ela esteve lá, firme e forte, presa ao braço pra não escapar, e de fácil acesso para eu não me enrolar, vide fotos do post "Ô vida corrida, sô!.
Ainda bem que não sou a única!

Estação da Luz, trens, Paranapiacaba


















microfonando os atores. estação de trem de Jundiaí-SP.






















equipe de som ajustando o equipamento para mais uma viagem de trem.

















em Paranapiacaba, terceiro dia de filmagem. à espera de sol.

















cinema é assim... com ou sem sol.

Ô vida corrida, sô!

O ano virou, outros trabalhos já surgiram e o diário de produção do "São Paulo Railway" não saiu. Pra resolver o problema (de consciência) fica registrada de forma iconográfica nossos dias de filmagem.
Fotos: Isabel Muller















equipe (da esquerda para direita): Juliana Fernandes (cenografia), Demétrius (elétrica), Fernando (ass. câmera), Gugu (microfonista), Alice (2º assistente de direção), Eduardo e Pedro (atores-mirins), Daniel Sigolo (diretor de produção), Rômulo (ator-mirim), Alessandra (ass. produção); Lucas (produção local Jundiaí); Caetano (motorista), Rune Tavares (produtor executivo), Léo Costa (técnico de som), Fabio Meira (1º assistente de direção), Ira (motorista), Maillin Milanés (fotógrafa), Andréia do Nascimento (ass. produção), Marcelo Muller (diretor) e figurante, mãe de Eduardo no filme e de Marcelo Muller na vida real.















último dia, última cena. vila periférica da cidade de Jundiaí-SP.















último dia de filmagem. Jundiaí, depósito de carros alegóricos e trens abandonados. De cima.















último dia de filmagem. Jundiaí, depósito de carros alegóricos e trens abandonados. De lado.





















último dia de filmagem. Jundiaí, depósito de carros alegóricos e trens abandonados. Outro ângulo.















último dia de filmagem. Jundiaí, depósito de carros alegóricos e trens abandonados. Outro ângulo, outro trem.